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Polícia

Polícia Civil prende acusados de assassinato em Penápolis

Lenon Duraes Cardoso tinha 29 anos e foi morto com 5 tiros dentro da casa dele; arma que teria sido usada no crime foi apreendida
Lázaro Jr.
28/08/2023 às 18h37
Imagem: Ilustração/Divulgação Imagem: Ilustração/Divulgação

A Polícia Civil de Penápolis (SP) prendeu dois homens acusados de participação no assassinato de Lenon Duraes Cardoso, 29 anos , ocorrido no início da madrugada desta segunda-feira (28). Eles foram encontrados na casa da irmã do acusado de ser o autor dos disparos, onde também foi apreendida a arma que teria sido usada no crime.

 

A vítima residia no bairro Mais Solar e o crime aconteceu por volta de 1h30. O atirador aproveitou que a casa não possui muro e uma das janelas estava danificada e parcialmente aberta, sendo coberta apenas por uma cortina.

 

De posse de um revólver calibre 38, ele fez cinco disparos, causando ferimentos no peito, no rosto, no abdome e em um dos braços da vítima. Durante a perícia e as investigações preliminares, a polícia teve acesso a imagens de câmeras de monitoramento e recebeu informações sobre o possível autor do crime.

 

Carro

 

E durante a investigação, a polícia recebeu denúncia de que o carro usado pelo autor dos disparos estaria na casa da irmã dele, no residencial Gualter Monteiro. No local indicado o carro foi visto na garagem, com a placa parcialmente coberta por um tecido.

 

Ao chamar pelos moradores a polícia foi atendida por uma sobrinha do investigado, que confirmou que o tio dela estava em casa. Ele saiu em seguida, foi revistado e nada de ilegal foi localizado. Ao ser questionado, o acusado confessou ser o autor dos disparos que mataram Cardoso.

 

Confessou

 

Segundo a polícia, inicialmente ele alegou ter se desfeito da arma utilizada no crime, sem informar como e onde. Porém, enquanto eram realizadas buscas no veículo o segundo investigado saiu da residência e se apresentou como namorado da sobrinha do autor dos disparos.

 

A jovem negou, por isso ele também foi abordado e alegou que havia se encontrado com o amigo por volta das 7h e foram juntos até a casa da irmã dele para ingerir corote juntos, negando participação no homicídio.

 

Arma

 

Na companhia dos delegados Thales Anhesini e Gabriel Brienza, os investigadores iniciaram as buscas na casa, autorizados pela jovem. No quarto dela, debaixo da cama, foi encontrada uma blusa de frio, na qual estava enrolada um revólver calibre 38.

 

A arma estava desmuniciada, mas no local havia 14 munições do mesmo calibre, encontrados no bolso da blusa de frio. Segundo a moradora, apenas o suposto comparsa no homicídio havia entrado no quarto e a blusa seria dele. Após a localização do revólver, o acusado de fazer os disparos teria confessado que esta seria a arma utilizada por ele no crime. 

 

Presos

 

O delegado Anhesini deu voz de prisão em flagrante aos investigados, já que as buscas prosseguiram desde que a polícia foi comunicada do assassinado, e os dois foram conduzidos ao plantão policial. Antes, eles foram apresentados no pronto-socorro para serem examinados e confirmar que não apresentavam lesões.

 

Um guincho foi acionado para recolher o carro que passará por perícia para comprovar que ele foi usado para ir à casa da vítima no momento do assassinato. Após o registro da ocorrência, o delegado representou pela conversão da prisão em preventiva e os acusados permaneceram à disposição da Justiça, para serem apresentados em audiência de custódia.

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