Polícia

Mulher é presa pela PM com mais de 300 pinos com cocaína, acusada de associação ao tráfico

Seria responsável por guardar entorpecente e pela distribuição de “radinhos” para olheiros dos pontos de tráfico
Lázaro Jr.
01/05/2026 às 12h27
A polícia apreendeu mais de 300 pinos com cocaína (Foto: Divulgação) A polícia apreendeu mais de 300 pinos com cocaína (Foto: Divulgação)

A Polícia Militar de Araçatuba (SP) prendeu na manhã de quinta-feira (30) no bairro Mão Divina, uma mulher de 40 anos, que se apresentou como faxineira, acusada de tráfico e associação ao tráfico de drogas. Com ela, que alegou estar guardando entorpecentes para outra pessoa, foram apreendidos mais de 300 pinos de cocaína e outras drogas.

 

O flagrante foi feito após denúncia de que a investigada moraria na rua Américo Paulino, onde armazenaria entorpecentes, dinheiro e celulares utilizados como “radinhos” por olheiros do tráfico. Segundo a denúncia, a droga e os demais objetos seriam de um morador no bairro São José.

 

O denunciante relatou que na casa dela haveria um veículo Fiat Uno aparentemente abandonado no quintal e, passando pelo local indicado, os policiais viram a acusada próxima desse carro. Eles notaram que ela segurava um saco contendo vários pinos plásticos vazios, foi feita a abordagem e a mulher não resistiu.

 

Drogas

 

Segundo a polícia, ao ser questionada, a investigada confirmou que os pinos seriam utilizados para embalar drogas e informou que havia mais entorpecentes, dinheiro e celulares na residência. Teria informado ainda que recebia R$ 400,00 mensais para guardar os materiais, porém, não quis informar para quem.

 

A acusada autorizou as buscas no imóvel e foram apreendidos 364 pinos com cocaína, 32 pedras de crack, uma balança de precisão e R$ 1.925,00 em dinheiro. Também foi encontrado mais um saco com pinos plásticos vazios, um saco plástico com cocaína em pó, quatro celulares e três carregadores.

 

Associação

 

Segundo a polícia, foi apurado que diariamente, por volta das 10h, a investigada faria a distribuição dos aparelhos, chamados de “radinhos”, a olheiros do tráfico, que a visitavam para retirá-los. 

 

Ela foi apresentada no plantão policial e ao ser ouvida formalmente, na presença de uma advogada, negou o tráfico e a associação para o tráfico de drogas, alegando que receberia R$ 500,00 para guardar a sacola com as drogas para pessoa que não quis identificar.

 

O delegado que presidiu a ocorrência confirmou a prisão por tráfico e associação ao tráfico e após ser ouvida, permaneceu à disposição da Justiça para ser apresentada em audiência de custódia.

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