Polícia

Morre homem espancado na frente da esposa em Bilac; um dos acusados está foragido

Vítima estava internada na Santa Casa de Araçatuba e teve a morte constatada na tarde de quarta-feira
Lázaro Jr.
06/08/2026 às 09h41
Alex Augusto Alves Panini tinha 30 anos (Foto:  Reprodução) Alex Augusto Alves Panini tinha 30 anos (Foto:  Reprodução)

Morreu na tarde de quarta-feira (5) na Santa Casa de Araçatuba (SP), Alex Augusto Alves Panini, 30 anos, que foi espancado após ter a casa invadida na tarde do último domingo (2), em Bilac.

 

A polícia identificou dois irmãos como sendo os autores do crime. Um deles, de 20 anos, foi preso pela Polícia Militar ainda em flagrante naquela mesma noite e segue à disposição da Justiça.

 

O outro se apresentou após o irmão ser preso, mas como no caso dele não houve flagrante, foi ouvido e liberado. Entretanto, no dia seguinte a Polícia Civil representou pela decretação da prisão preventiva e foi atendida. O mandado foi expedido na terça-feira (4), mas o investigado não foi localizado e é considerado foragido da Justiça.

 

Caso

 

Panini teve a casa invadida na tarde de domingo e foi espancado na frente da esposa. O jovem de 20 anos que foi preso pela Polícia Militar, confessou que ele e o irmão cometeram o crime. Na versão dele, a vítima teria desferido um tapa no rosto do irmão dele, por causa de uma pipa. Além disso, teria chamado um amigo para matar o irmão dele.

 

Por isso, eles decidiram procurar Panini. Aproveitando que o portão da casa estava aberto, eles invadiram o imóvel e irmão dele teria surpreendido a vítima de costas, desferindo um golpe nela, utilizando um pedaço de madeira.

 

O jovem disse que Panini caiu ao ser golpeado e, enquanto estava no chão, ele utilizou uma telha para bater na cabeça dele. Ao ser ouvido após se apresentar, o irmão desse acusado confessou à polícia ter agredido a vítima com o golpe de madeira, mas alegou que não tinha intenção de matá-la e negou a participação do irmão dele no crime.

 

Homicídio

 

O corpo foi encaminhado ao IML (Instituto Médico Legal) para exame necroscópico antes de ser liberado para velório e enterro. Com a morte da vítima, o caso passa a ser investigado como homicídio.

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