Polícia

Homem morto pelo Baep havia deixado a prisão em 2025

Neste ano teve extinta a punibilidade por cumprimento de pena nos 3 processos em que foi condenado
Lázaro Jr.
08/10/2026 às 18h39
Imagem: Divulgação/Ilustração Imagem: Divulgação/Ilustração

André Moura de Souza, 36 anos, conhecido como “Geminho”, que morreu após ser baleado por equipes do Baep (Batalhão de Ações Especiais de Polícia) da Polícia Militar, na noite de quarta-feira (7), em Araçatuba (SP), havia deixado o sistema prisional em agosto de 2025, segundo a SAP (Secretaria de Administração Penitenciária).

 

Os policiais que apresentaram a ocorrência relataram que ele apresentava extensa ficha criminal. A reportagem também consultou a assessoria de imprensa do TJ-SP (Tribunal de Justiça de São Paulo), que confirmou que Geminho foi promovido ao regime aberto em 8 de agosto do ano passado.

 

Ainda segundo o tribunal, em 26 de julho deste ano foi declarada extinta a punibilidade por cumprimento de pena nos três processos em que ele foi condenado. Em pesquisa no site do TJ-SP, a reportagem encontrou um processo por roubo, de 2008, e outro de tráfico de drogas, de 2017.

 

Ao ser morto, na noite de quarta-feira, ele estava com uma pistola carregada com 16 munições intactas e os policiais relataram que houve denúncia que estaria pelo bairro Residencial Atlântico, conduzindo um veículo Toyota Corolla coagindo moradores e efetuando disparos de arma de fogo.

 

Irmão

 

Em agosto de 2024, o irmão de André, Anderson Moura de Sousa, também conhecido como Geminho, foi morto por policiais militares ao ser baleado, após resistir a tentativa de abordagem, desta vez no bairro Engenheiro Taveira. 

 

Esse irmão era considerado foragido da Justiça, investigado no inquérito da Polícia Civil relacionado a uma suposta organização criminosa especializada em furtos e roubos a residência, principalmente de idosos.

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