Polícia

Homem é preso acusado de estuprar a filha de 11 anos em Birigui

Teria aproveitado que a atual companheira dele levantou para ir ao banheiro e deitou-se no colchão onde a filha dormia
Lázaro Jr.
02/03/2026 às 10h15
Foto: Divulgação/Ilustração Foto: Divulgação/Ilustração

Um homem que não teve a idade divulgada, foi preso na madrugada de domingo (1), em Birigui (SP), por estupro de vulnerável, acusado de estupro contra a própria filha, uma criança de 11 anos de idade.

 

A Polícia Militar foi acionada pela madrasta da criança, que contou que a vítima estava hospedada na casa do pai havia alguns dias. Ela estaria dormindo em um colchão no chão, ao lado da cama do casal.

 

Ainda de acordo com o que foi relatado, na madrugada de domingo, aproveitando que a atual companheira dele saiu do quarto para ir ao banheiro, o acusado, que aparentava estar embriagado, deitou-se no colchão onde a filha estava e tentou estuprá-la.

 

Gritou

 

Ainda de acordo com o que foi apurado pela reportagem, nesse momento a criança teria gritado de dor e fugido para a casa de uma tia, para a qual contou sobre a tentativa de estupro. Ao tomar conhecimento, a tia da vítima comunicou a madrasta da criança, que acionou a Polícia Militar.

 

Uma equipe foi enviada à residência da família, abordou o acusado dormindo na cama do casal e, ao ser questionado, ele teria admitido que havia abusado sexualmente da própria filha. O acusado foi apresentado no plantão policial, onde novamente confessou aos policiais militares a prática do crime.

 

Preso

 

O delegado que presidiu a ocorrência decidiu pela decretação da prisão em flagrante e representou pela decretação da prisão preventiva.

 

Após ser ouvido, o acusado permaneceu à disposição da Justiça para ser apresentado em audiência de custódia, já que o crime é considerado hediondo, não havendo possibilidade de fiança na fase policial.

 

Providências

 

A vítima passou por atendimento médico no pronto-socorro de Birigui, procedimento que foi acompanhado por uma conselheira tutelar. Em seguida, ela foi encaminhada ao IML (Instituto Médico Legal) para exame sexológico. 

 

O investigado autorizou a coleta de material biológico para exame de DNA.

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