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Polícia

Homem é morto com 7 facadas em Buritama

Acusada do crime seria uma mulher trans que foi presa em flagrante ainda com a faca após fugir; os 2 tinham condenações com mandados de prisão em aberto
Lázaro Jr.
04/02/2024 às 11h38
Imagem: Ilustração/Divulgação Imagem: Ilustração/Divulgação

O auxiliar de serviços gerais Paulo Vinicius Teodoro Gonçalves, 30 anos, foi morto a facadas na noite de sábado (3), em um rancho no condomínio Praia Bela, em Buritama (SP). O corpo foi encontrado pela polícia na garagem da residência no interior do condomínio e a acusada do crime, que seria uma mulher trans de 46 anos, foi presa momentos após fugir do local.

 

Os policiais militares que atenderam a ocorrência relataram que foram chamados por volta das 4h e encontraram a vítima já sem vida. O socorro chegou a ser acionado e uma ambulância foi enviada, mas foi constatado o óbito no local.

 

Em conversa com familiares eles indicaram a mulher trans como sendo a autora do crime, que não teria sido antecedido de nenhuma discussão. A autora simplesmente teria entrado no imóvel, pego uma faca na cozinha e ido à garagem, onde passou a desferir golpes em Gonçalves. 

 

Presa

 

A investigada fugiu quando familiares se aproximaram, mas foi encontrada policiais militares que saíram em diligência, com apoio de viaturas de Turiúba. Ela foi localizada no cruzamento da avenida Frei Marcelo Manilha rua General Glicério, abordada e segurava nas mãos a faca que teria sido usada no crime.

 

A investigada também estava com as roupas sujas de sangue e apresentava um ferimento em uma das pernas. Ela teria confessado que momentos antes havia esfaqueado a vítima em um rancho onde os dois estavam, mas não revelou o motivo do crime.

 

Presa em flagrante, a mulher trans passou por atendimento médico no pronto-socorro de Buritama antes de ser apresentada no plantão policial em Birigui para registro da ocorrência. 

 

Investigação

 

O local onde ocorreu o crime foi preservado para realização de perícia, que foi acompanhada pelo delegado plantonista, junto com uma equipe de investigação. Segundo o que foi relatado, inicialmente foram constatadas sete perfurações provocadas por golpes de faca no corpo de Gonçalves.

 

Durante os trabalhos, a investigada disse ser portadora do vírus HIV e familiares da vítima informaram que os dois já teriam tido desentendimentos anteriores, por motivos não esclarecidos.

 

O delegado Nilton Aparecido Marinho, que presidiu a ocorrência, decidiu pela prisão em flagrante da investigada por homicídio qualificado pelo motivo fútil e representou pela decretação da prisão preventiva. Após ser ouvida ela permaneceu à disposição da Justiça para ser apresentada em audiência de custódia.

 

Condenados

 

Foi constatado ainda durante o registro que havia um mandado de prisão expedido contra a acusada, condenada pela Justiça de Birigui a pena a ser cumprida no regime aberto. Também havia um mandado de prisão em aberto contra Gonçalves, no regime aberto, expedido pela Justiça de Buritama.

 

O corpo dele passaria por exame necroscópico no IML (Instituto Médico Legal) antes de ser liberado para velório e enterro.

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