Polícia

Homem de 40 anos é preso acusado de abusar sexualmente de menina de 7 anos

Caso aconteceu em Valparaíso e a polícia tomou conhecimento porque a criança precisou de atendimento médico
Lázaro Jr.
09/08/2026 às 18h39
Foto: Ilustração/Divulgação Foto: Ilustração/Divulgação

Um homem de 40 anos foi preso em flagrante na tarde de sábado (8), em Valparaíso (SP), acusado de estupro de vulnerável contra uma menina de 7 anos. A criança precisou de atendimento médico.

 

Segundo o que foi apurado pela reportagem, durante a tarde a Polícia Militar foi informada que havia na Santa Casa da cidade, uma criança que teria sido vítima de possível estupro de vulnerável. Ainda de acordo com o que foi apurado, a polícia foi informada que a mãe levou a menina no hospital, porque reclamava de dores na região genital.

 

A vítima teria dito ainda à mãe, que teria sofrido violência sexual. Diante do relato, os policiais procuraram a mãe da criança, que relatou que a filha dela havia ido brincar na casa do ex-sogro dela. Ao retornar, ela teria passado a queixar de dor na região genital e informado que que havia sido vítima de violência sexual e que esta não teria sido a primeira vez.

 

Encontrado

 

Equipes da PM foram à casa do investigado, onde foram recebidas pelo filho do investigado, que disse saber das acusações envolvendo o pai dele e a criança. Ele informou inclusive que o pai dele teria sido agredido por populares antes de chegada dos policiais.

 

O acusado estava na casa, tinha lesões no olho direito, escoriações no braço esquerdo e na perna direita e queixava de dores no cotovelo direito. Ele teria afirmado que permitiu que a neta dele o tocasse, mas negou ter mantido relação sexual com ela.

 

Antes de ser levado para a delegacia, onde teve a prisão em flagrante confirmada, o investigado passou por atendimento médico na Santa Casa de Valparaíso. 

 

Investigação

 

Segundo o que foi apurado pela reportagem, a vítima permaneceu sob cuidados médicos e após receber alta médica, o Conselho Tutelar foi acionado, mas a família optou por ir por meios próprios para Araçatuba.

 

A criança não foi ouvida nesse primeiro momento para preservar a integridade emocional dela e evitar constrangimentos. Assim, ela deve ser ouvida posteriormente por profissionais e órgãos competentes. Porém, a mãe dela foi ouvida para o registro da ocorrência.

 

Após o término do registro, o investigado permaneceu à disposição da Justiça para ser apresentado em audiência de custódia. Segundo o que foi apurado pela reportagem, foi representado pela decretação da prisão preventiva dele.

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