Polícia

Casal é preso com drogas pela Polícia Civil de Birigui

Foram meses de monitoramento e 5 alertas do Sistema Muralha Paulista informando o comércio de drogas
Lázaro Jr.
12/02/2026 às 12h04
Drogas e dinheiro foram apreendidos pela polícia (Foto: Divulgação) Drogas e dinheiro foram apreendidos pela polícia (Foto: Divulgação)

A Polícia Civil de Birigui (SP) prendeu na manhã desta quinta-feira (12), durante cumprimento a mandado de busca e apreensão, um casal residente no bairro Portal da Pérola 2, acusado de tráfico de drogas. Foram apreendidos entorpecentes e mais de R$ 4 mil com os investigados, que negaram envolvimento com o tráfico de drogas.

 

De acordo com o que foi divulgado, o flagrante aconteceu durante realização de operação coordenada pelo delegado Eduardo Lima de Paula. O casal morador em um imóvel na rua Felício Migliorini, vinha sendo monitorado havia alguns meses e no período houve cinco alertas do Sistema Muralha Paulista, com detalhes do comércio de drogas por parte dos investigados.

 

Drogas

 

Durante o cumprimento do mandado, os investigados foram abordados e o homem se apresentou como motorista por aplicativo, enquanto a mulher disse ser cabeleireira. Eles foram informados do teor da investigação e durante as buscas na residência, a equipe encontrou 26 porções de maconha dentro de um frasco de fermento, que estava dentro da geladeira.

 

Já no armário da cozinha foram encontrados oito pinos de cocaína e, no dormitório do casal, a polícia apreendeu R$ 4.251,00. Segundo a polícia, os acusados foram apresentados no plantão policial e, ouvidos na presença de um advogado, negaram que estivessem comercializando drogas.

 

De acordo com o que foi informado, eles alegaram que os entorpecentes apreendidos seriam para consumo pessoal pelo casal. Já com relação ao dinheiro encontrado, eles afirmaram que seriam economias acumuladas desde o ano passado.

 

Presos

 

Apesar das versões, o delegado decidiu pela confirmação da prisão em flagrante e representou pela decretação da prisão preventiva de ambos. Um dos argumentos é que os investigados utilizariam a própria residência como ponto de venda de drogas, o que inviabilizaria eventual prisão domiciliar.

 

Após serem ouvidos, homem e mulher permaneceram à disposição da Justiça para serem apresentados em audiência de custódia. Os filhos do casal foram entregues ao avó e ao padrasto.

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