A Justiça concedeu a liberdade provisória ao jovem de 27 anos, que conduzia uma Toyota Hilux que bateu em uma GM S-10, causando a morte de Guilherme Henrique Furlan, 30, o Gui Furlan. A colisão aconteceu na madrugada de domingo (26), em Brejo Alegre, e deixou outras quatro pessoas feridas.
O investigado fez o teste do bafômetro, que apontou 0,31 miligrama de álcool por litro de ar alveolar. Ele alegou não saber como ocorreu o acidente e foi preso em flagrante por homicídio culposo qualificado pelo uso de álcool e por lesão corporal culposa na direção de veículo automotor.
Custódia
O acusado obteve a liberdade provisória nesta segunda-feira (27), durante audiência de custódia. Ao conceder o benefício, a Justiça determinou o pagamento de fiança no valor correspondente a 15 salários-mínimos, que soma R$ 24.315,00.
Ele também está proibido de ausentar-se da Comarca onde mora por prazo superior a dez dias, sem autorização judicial. Além disso, teve a habilitação para dirigir veículo automotor suspensa até o julgamento final do processo ou decisão posterior que revogue a medida.
Colisão
Conforme divulgado, a colisão aconteceu por volta das 5h, no quilômetro 41 da rodovia Deputado Roberto Rollemberg (SP-461). O investigado conduzia a Hilux com placas de Araçatuba, sentido Buritama, trazendo consigo uma passageira.
Gui Furlan seguia com a GM S-10 de Birigui, no sentido contrário, transportando duas mulheres e um homem. A colisão frontal teria ocorrido na pista sentido Birigui, na frente de um posto de combustíveis.
As equipes de socorro constataram o óbito do condutor da caminhonete e socorreram os demais passageiros, entre eles, uma adolescente de 16 anos. O condutor da Hilux sofreu ferimentos leves e concordou com o teste do bafômetro.
Investigação
Com a confirmação de que havia ingerido bebida alcoólica antes de dirigir, ele foi encaminhado ao plantão policial após atendimento médico. Ouvido em declarações, o acusado confessou ter ingerido bebida alcóolica antes de dirigir.
Ele alegou não saber como ocorreu a colisão, mas afirmou que permaneceu no local e prestou socorro, auxiliando as vítimas, apesar de não ter sido ele quem acionou o resgate. O investigado ofereceu sangue para exame de dosagem alcoólica em contrapartida ao bafômetro. Com o resultado da custódia, ele acompanhará a tramitação do inquérito em liberdade.